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12 Motivos para Toda Mulher Viajar Sozinha

Quem nunca teve vontade de arrumar as malas e seguir um rumo sozinho? Para nós mulheres, viajar sozinha por si só já é um ato de coragem extremamente libertador, pois simboliza um grito de independência. Essa não é uma decisão fácil, mas por que então o número de mulheres viajando sozinhas só faz crescer? Nós apontamos 12 motivos para toda mulher viajar sozinha, desvendando de onde vem essa inspiração de seguir a estrada somente com a sua própria companhia.

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Viajando Sozinha

I. Autoconfiança

Nós nunca iremos saber quais são os nossos limites se não estivermos dispostos a enfrentá-los. Quando não há ninguém conhecido ao lado para ajudar a resolver algum eventual problema, descobrimos que podemos fazer (quase) tudo sozinhas. Estamos fazendo algo exclusivamente para nós e por nós, e isso fortalece a nossa identidade e reconhecimento diante do mundo. Somos fortes!

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II. Superar desafios

Se você já teve a ideia de viajar sozinha, com certeza foi chamada de louca à corajosa. São vários os motivos que condicionam essa decisão, seja o desejo por mudanças ou um descanso da rotina.

Um dos grandes ensinamentos desta jornada são os desafios que surgem quando uma mulher decide caminhar sem ninguém por perto. Mesmo assim, todos eles – preconceitos, assédios, perigos em geral –  não devem se sobrepor à sua força e disposição para enfrentar essa realidade, pois tem muitas mulheres fazendo o mesmo que você, e isso se transforma numa corrente. Quanto mais de nós se aventurar nessa busca, mais desafios serão superados.

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III. Solitude

Renato Russo já cantou que “a solidão é o mal do século”. De qual solidão ele estava falando? São das pessoas que se olham mas não se veem, não se falam? Ou dos bares cheios de almas tão vazias, como canta Criolo? Diferentemente da solidão, a solitude é o prazer que se sente ao estar em sua própria companhia.

Preencher o tempo, as paisagens e as experiências somente com a própria presença pode ser mais revelador do que você imagina. Esse exercício de solitude pode fazer você se (re)conectar com as pessoas ao perceber que é saudável não depender de ninguém para ser feliz. Sugerimos uma canção inspiradora da Mariana Aydar que fala sobre isso aqui!

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IV. Romper paradigmas

Algumas mulheres podem se considerar privilegiadas se foram criadas com liberdade, incentivadas a buscar o próprio lugar no mundo, a serem independentes. Mas, para além do âmbito familiar, a nossa sociedade aponta o contrário.

Por isso, não se sinta presa aos paradigmas firmados numa espécie de dependência emocional ou a esses mecanismos dissipadores de opressões. O lugar da mulher é onde ela quiser! Romper com essas fronteiras é muito mais enriquecedor do que o carimbo no passaporte.

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V. Autoconhecimento

Sabe quando estamos sozinhas, num domingo nublado, em que nem a netflix soa interessante mais, e o que nos resta a fazer é pensar? Ao viajar sozinha, essas pausas serão bem mais constantes (espero que em cenários melhores do que um domingo nublado) porque você terá tempo – esse bem precioso! – para si mesma.

Essa conversa íntima pode se estender numa grande narrativa sobre quem você é, o que você busca, quais caminhos seguir… O silêncio da própria alma, distante dos olhares conhecidos, nos dizem muito.

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VI. Independência

É difícil alcançar a independência, porque ela é mais complexa do que se imagina. Não se trata apenas de uma questão financeira ou de simplesmente sair da casa dos pais. Independência, em parte, pode ser a gratidão com aqueles que nos ajudaram a caminhar até onde estamos, mas com a sensação de que, sozinhas, também podemos fazer muito por nós – e não se desesperar com essa ideia! Esse processo, talvez, seja constante e nunca tenha fim.

A cada viagem, novas sensações vão preenchendo várias dependências inúteis: essas que te fazem ter receio de ultrapassar barreiras.

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VII. Expandir laços

Viajar sozinha não significa estar dentro de um cubículo impermeável que ninguém tem acesso. Uma das coisas mais deliciosas em não ter alguém conhecido por perto é poder construir novos laços, do zero!

A cada instante estamos em movimento, mudanças, construções do nosso eu, e imagina poder dividir isso com pessoas que você nunca viu? Surgem amizades que podem durar uma vida inteira!

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VIII. Liberdade de ser

Estamos tão acostumadas a cumprir papéis sociais dentro de um sistema que raramente nos propicia um encontro mais profundo com as outras pessoas. Já imaginou sair do seu lugar de conforto, dos mesmos lugares e das mesmas pessoas, e poder ser quem se quer?

Acho que todos já experimentamos uma sensação parecida: a de visitar uma cidade nova, distante, em que ninguém lhe conhece, não sabe onde você trabalha, se tem filhos, se já sofreu de amor. É uma sensação libertadora, não? Expandir isso para novas formas de liberdade é, também, um processo de (re)conhecimento.

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IX. Experiências únicas

Quando viajamos em companhia de outra(s) pessoa(s), a todo momento estamos fazendo concessões, e nem sempre conhecemos os lugares que queríamos. Ser guiado pelas próprias vontades é muito mais do que escolher qual restaurante ir ou quais passeios fazer: você estará aberta para se ouvir. E isso contribui para a vivência de experiências únicas, em que a percepção do mundo, do outro e de si estão prontos para o novo.

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X. Poder de escolha

Você vai ouvir muita gente criticando sua escolha de viajar sozinha – como gostam de criticar várias outras coisas! -, mas essa é só uma das dificuldades antes de pôr a mochila nas costas. Depois disso feito, você será dona de toda e qualquer escolha. Não terá ninguém para dar palpite, a não ser que você permita isso, que você dê espaço. Você não é mais refém de uma rotina ou dos mesmos rostos: a partir disso, escolha!

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XI. Descobertas

Tem coisas que a gente só descobre que tem medo, que tem vontade, que tem repúdio, que tem apreço, enfim, quando nos permitimos estar só ou passar por experiências de solitude. Quando estamos viajando, o mundo nos é apresentado sem filtros: a nossa retina e nossa experiência de vida darão o tom de decifrar cada uma dessas descobertas.

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XII. Supere os medos

Um dos maiores medos que enfrentamos é o da mudança, e ironicamente esta é a única certeza que temos na vida: somos seres incompletos, estamos em constante transformação (como diria Guimarães Rosa), onde tudo é transitório e a única coisa permanente é a própria mudança (dessa vez, é Camões).

O medo dessas transformações pode nos estagnar, nos fazer desistir, nos impedir de tentar. Nessa experiência de permuta geográfica que é viajar, você vai perceber que tirar tudo do lugar pode, enfim, fazer com que tudo faça mais sentido.

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